Barreto informou, durante entrevista coletiva, que quatro crianças e dois adultos sofrem lesões provocadas pelos artefatos. Foram ferimentos na face e nas mãos, mas sem muita gravidade. “Duas crianças permanecem internadas. Os outros já tiveram alta”, revelou o médico. Três casos ocorreram no Natal e os outros três, na festa da virada.
Segundo Barreto, foram casos em que as lesões não deixarão sequelas graves. “Eles ficarão com cicatrizes e marcas. Não houve perda de dedos ou problemas maiores nas mãos”, acrescentou.
Para o especialista em tratamento de queimados, os acidentes com fogos são reflexo da imprudência e da falta de cuidados. “Tivemos casos de pessoas que usaram fogos velhos, da época do São João, em junho. Os artefatos falham por causa das condições precárias de armazenamento e depois explodem. Uma criança retirou a pólvora e colocou fogo depois”, comentou.
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