As iraquianas pretendem aprender a língua portuguesa, conseguir emprego e, assim, dar continuidade a um novo projeto de vida iniciado prematuramente aqui no Estado, quando foram pegas com passaportes falsos no Aeroporto Internacional do Recife, na madrugada de 30 de dezembro do ano passado.
O Governo de Pernambuco, por meio da SJDH, vem acompanhando o caso e prestando suporte às estrangeiras que já conseguiram resgatar os passaportes, retiraram o CPF e já possuem o protocolo do Comitê Nacional para Refugiados (Conare), documento que garante provisoriamente a legalidade das iraquianas no País.
As duas mulheres e a criança Lavan Dawud continuam hospedadas na Comunidade Obra de Maria.
Blog do Magno



