“Grafite é um nove, joga na referência como centroavante de ofício. Hoje, não é fácil achar um atleta assim no futebol. No ano passado, por exemplo, testei cinco jogadores na função quando estava no Luverdense. As equipes continuam jogando dessa forma, com esse jogador na referência, que é um papel muito importante para a equipe. Não costumo atuar com dois atacantes flutuando”, analisou o treinador tricolor.
Como só se reapresentou no dia 3 de janeiro, após acertar sua permanência até o fim deste ano, o camisa 23 realizou apenas dois treinamentos, um deles como bola. Mas na última sexta-feira, pediu liberação à diretoria para resolver problemas particulares em Dubai. Seu retorno está previsto para quarta-feira (10) ou quinta-feira (11).
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