Edno foi aclamado presidente em julho do ano passado, após o Conselho Deliberativo aprovar a antecipação das eleições - anteriormente o pleito seria realizado em dezembro. Não houve “bate-chapa”, já que a situação desistiu de lançar candidato. Nos meses seguintes, o novo mandatário integrou a antiga gestão, atuando como vice-presidente financeiro. Já Diógenes foi incorporado na Diretoria de Futebol e depois, com a saída do ex-presidente Ivan Brondi, ele foi alçado à função de vice do Executivo. Durante esse período, a presidência foi ocupada interinamente por Gustavo Ventura e, até o final de 2017, por Ivan Pinto da Rocha.
Após um 2017 tumultuado politicamente, com troca na presidência e na diretoria, o novo mandatário espera um ambiente mais tranquilo em 2018. "Temos que acabar com essa dicotomia do bem contra o mal. De equipe política A e B. O Náutico é um só ", cravou.
Como meta para os próximo meses, Edno voltou a ressaltar a importância do retorno aos Aflitos. “Queremos reabrir as portas do clube para o nosso torcedor. Por isso, nós não vamos abrir mão da volta aos Aflitos. É nele que vamos construir o futuro. A dificuldade é grande, mas o Náutico é bem maior”, ressaltou Edno, no discurso de posse.“Contratamos uma equipe de engenharia para administrar a obra no estádio. Para quem achava que a realidade do retorno era distante, mostramos no dia a dia que está perto”, completou.
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