Órgãos de controle como AGU, Procuradoria da Fazenda Nacional, CGU etc pagaram passagens sem checar preços, nem exigir certidões.
O governo federal pagou R$290 milhões em passagens, em 2017, por acreditar que os preços eram menores, sem fazer verificação externa.
Cartão corporativo usado para pagar passagens, com CNPJ do Banco do Brasil, estimula pagamento a empresas com irregularidades fiscais.
“Venda direta” é falácia, porque há a intermediação de uma empresa de tecnologia, Envision, que custa R$4,7 milhões por ano ao governo.
DIÁRIO DO PODER



