O Batalhão de Choque e a Companhia Independente de Apoio ao Turista (Ciatur) foram encaminhados ao local e conseguiram controlar a manifestação. Eles permanecem fiscalizando a área para evitar novos tumultos. O supervisor de logística Brunno Artoni, de 23 anos, teve o carro atingido por uma pedra. "Fui almoçar e vi uma correria. Fui tirar meu carro do local, mas, quando vi, ele tinha sido atingido por uma pedra enorme", comentou o jovem.
Segundo a Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU), o fluxo de veículos foi interrompido nas duas vias na altura do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), mas que a situação foi normalizada após a chegada da polícia. Procuradas pela reportagem da Folha, as polícias Civil e Militar ainda não se pronunciaram sobre o caso. Na manhã desta segunda, a Folha de Pernambuco recebeu uma denúncia anônima de que um policial teria atirado em um rapaz na rua de São Jorge, próximo ao Forte do Brum.
O próprio policial teria socorrido o jovem e levado ao HR. A unidade de saúde informou que o rapaz foi atingido por dois tiros na região dos glúteos e morreu logo depois da dar entrada no hospital. O HR disse ainda que o rapaz tinha tentado roubar a arma de um soldado, que reagiu e atirou nele.
Resposta da polícia
Em nota, a Polícia Militar (PM) esclareceu que o Grupamento de Apoio Tático Itinerante (Gati) fazia uma ronda pela favela do Pilar quando “constatou um assalto a uma mulher”. Assim, o efetivo seguiu o suspeito e deu ordem de parada. “Ao contrário de se entregar, ele fez menção de atirar no efetivo. Foi feito o revide e o suspeito acabou atingido na altura da cintura. Mesmo sendo socorrido de imediato ao Hospital da Restauração, ele foi a óbito”, diz a nota da corporação.
A Polícia Civil também se manifestou sobre o caso, endossando a versão da PM. A instituição afirmou que Helton “respondia por crimes de tráfico de drogas e roubo” e que havia um mandado de prisão contra ele, expedido pela Justiça no dia 18 de novembro de 2016. Ele era considerado foragido. A arma que estava em posse de Helton foi entregue ao Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pelas investigações.
A Polícia Civil também se manifestou sobre o caso, endossando a versão da PM. A instituição afirmou que Helton “respondia por crimes de tráfico de drogas e roubo” e que havia um mandado de prisão contra ele, expedido pela Justiça no dia 18 de novembro de 2016. Ele era considerado foragido. A arma que estava em posse de Helton foi entregue ao Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pelas investigações.
FOLHAPE



