Com a decisão monocrática, a ex-prefeita de Campos dos Goytacazes, Rosinha Garotinho, deverá permanecer com o monitoramento eletrônico, e o ex-governador Anthony Garotinho com a prisão preventiva em Bangu, medidas decretadas anteriormente pela Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro.
O Ministério Público Eleitoral (MPE) acusa o ex-governador de chefiar organização criminosa de intimidação e extorsão de empresários, com o objetivo de obter recursos de empresas contratadas pela prefeitura de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense.
No pedido de habeas corpus, a defesa de Anthony Garotinho afirmou que, tanto ele quanto Rosinha, “foram governadores do Rio de Janeiro, e renunciaram ao direito de aposentadoria vitalícia. Ambos sustentam uma família que já soma nove filhos, sendo cinco deles adotados, e sete netos”.
A defesa argumentou ainda que a manutenção da prisão também inviabiliza o exercício do programa de rádio comandado por Garotinho, que está em vias de ser cancelado.
DIÁRIO DO PODER



