A iniciativa é um projeto de extensão vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proexc) e ao Centro de Educação (CE), na Cidade Universitária, na Zona Oeste do Recife. As aulas são realizadas no Centro de Educação. As provas objetivas da seleção estão matrcadas para 27 de janeiro de 2018.
De acordo com o edital, podem participar das aulas do Vestibular Solidário exclusivamente alunos terceiranistas e/ou egressos (independentemente do tempo) oriundos da rede pública de ensino. Também ficam aptos a se inscrever na seleção bolsistas integrais da rede privada mediante comprovação (declaração escolar).
Para monitores, as inscrições vão até 7 de janeiro. Podem participar estudantes a partir do 2° período, para os cargos de monitores e equipe de comunicação. Alunos a partir do 3° período podem pleitear oportunidades para atuar como professor.
A partir do 4° período, estudantes podem se inscrever para a equipe psicopedagógica. Além disso, pode se cadastrar na seleção qualquer pessoa que já tenha concluído a graduação e/ou esteja na pós-graduação.
O projeto, de acordo com os organizadores, vai além da aprovação no vestibular, mas objetiva uma formação integral. “Identificamos que o público trans procurava bastante o projeto. Por isso, discutimos com a equipe técnica e definimos esse percentual de vagas”, comenta o coordenador da iniciativa, Danilo Martins.
Segundo ele, o Vestibular Solidário mantém um convênio com o espaço que lida com pessoas trans no Hospital das Clínicas da UFPE. ”Quem não conseguir entrar no projeto por meio das notas, ainda conta com a oportunidade de participar de um sorteio”, acrescenta Marins.
O Vestibular Solidário surgiu em 2001. O objetivo é possibilitar a democratização do ensino superior público por meio de uma intensa preparação para os vestibulares e Enem.
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