O ministro destacou que as empresas e as famílias reduziram o endividamento e as taxas de juros reais (descontada a inflação) está mais baixa, o que permite maior crescimento da economia neste ano.
Para 2018, o ministro disse que é uma "projeção bastante conservadora, bastante sólida". Ele acrescentou que houve melhora na confiança e expectativa de inflação controlada o que leva a mais consumo e investimento.
A estimativa do mercado financeiro é que o PIB cresça 0,91%, este ano.
Nos nove meses de 2017, o PIB registrou crescimento acumulado de 0,6%, em relação a igual período de 2016.
DIÁRIO DO PODER



