Atualmente, o trabalho no Rio conta com a atuação de nove procuradores do Ministério Público Federal do Rio. A força-tarefa já trabalhou em 16 processos contra o ex-governador do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB). Ele foi identificado como chefe de suposta organização criminosa que teria desviado dos cofres do Estado.
Cabral já foi condenado a mais de 72 anos de prisão como resultado das investigações, por crimes como corrupção passiva, lavagem de dinheiro e pertencimento a organização criminosa. O ex-governador, preso preventivamente desde 17 de novembro de 2016, nega as acusações. Afirma ter usado dinheiro de sobras de caixa 2 de recursos de campanha, um crime de menor gravidade.
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