Ainda de acordo com o texto, a produção do festival afirmou que a situação ocorreu por volta das 22h. No entanto, a organização do evento assegura que havia autorizações de órgãos como a Prefeitura de Olinda, Polícia Civil, Companhia Independente de Apoio ao Turista (Ciatur) e da própria PM para a dispersão da plateia até as 23h.
Por fim, a produção do festival ressaltou, na nota, que o Mimo é realizado com programação gratuita e “dissemina arte e cultura de forma democrática” e “jamais assistiu a uma situação semelhante e não compactua com esta atitude, contrária a tudo que o festival representa e cultiva”.
Por meio de nota, a PM informou que a situação teve início quando um homem arremessou uma garrafa de vidro contra o efetivo do Batalhão de Choque. O objeto atingiu o olho de um policial, que foi atendido e passa bem. A agressão, segundo o texto, aconteceu quando as equipes "faziam abordagens para garantir a segurança das pessoas que se dirigiam para seus veículos e paradas de ônibus".
A corporação alegou que, durante esse processo, um grupo se revoltou e passou a vaiar os policiais e a "atirar objetos no efetivo". Diante da situação, a PM alega que foi necessário o uso da força. O agressor que atirou a garrafa de vidro contra os policiais foi preso e e levado à delegacia para autuação em flagrante.
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