Obra e protestos complicaram o trânsito do Recife nesta segunda

segunda-feira, novembro 06, 2017
A semana começou com o trânsito complicado no Recife. Nesta segunda-feira, houve pelo menos dois protestos que engarrafaram o tráfego já pesado da capital pernambucana, que também começou, nesta segunda, a sofrer com obras e desvios do fluxo dos veículos no Bairro do Recife.

Já pela manhã, o trânsito ficou bastante congestionado nas primeiras horas da interdição no trânsito da avenida Alfredo Lisboa, no Bairro do Recife. O bloqueio é para
conclusão de obras na avenida Rio Branco que se tornará uma via exclusiva para pedestres e foi montado bem em frente ao Marco Zero - deve permanecer até o dia 15 de
dezembro. Os veículos que vierem pela Ponte Giratória e seguirem pela Alfredo Lisboa terão de fazer um desvio à esquerda pela avenida Marquês de Olinda. No fim da
tarde, os motoristas voltaram a enfrentar congestionamentos.

Após entrar na avenida Marquês de Olinda, o condutor que quiser seguir para a Prefeitura do Recife terá que virar à direita na rua Madre de Deus - que funciona temporariamente em mão dupla e não possui mais vagas de Zona Azul - no trecho de 90 metros que fica entre as avenidas Marquês de Olinda e Rio Branco. De lá, será possível acessar o Cais do Apolo e retomar o itinerário normal.

Para seguir pela Alfredo Lisboa após o ponto de bloqueio e ter acesso a estabelecimentos como o prédio da Receita Federal, os condutores devem desviar pela Marquês de Olinda e virar à direita na rua Dona Maria César, rua Mariz e Barros ou Cais do Apolo, para virar novamente à direita na avenida Barbosa Lima que dá acesso à Alfredo Lisboa.

No meio da tarde, dois protestos também ocorreram, piorando ainda mais a situação do trânsito. Na Praça do Derby, o Sindicato dos Rodoviários promoveu passeata em
protesto pelo reajuste salarial. A concentração ocorreu na Praça do Derby, no Centro do Recife, e motoristas e cobradores seguiram pela avenida Conde da Boa Vista.

Simultaneamente, no mesmo bairro da Boa Vista, operadores de telemarketing que foram demitidos também interditaram a Rua do Príncipe.



FOLHAPE

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