A promotora Helena Capela ainda pontuou que após os 90 dias, os serviços de saúde serão obrigadas a liberar, de imediato, as macas, equipamentos e utensílios utilizados na remoção dos pacientes pelo Samu, Bombeiros e UPA’s. Uma reunião, com o governo e o Conselho de Medicina de Pernambuco (Cremepe), sobre superlotação das urgências e falta de leitos ainda será marcada.
A SES informou que determina a liberação das macas e ambulâncias dos serviços de resgate no menor período de tempo possível. A retenção de macas só ocorre quando a assistência ao paciente precisa ser feita com urgência e o hospital não possui, naquele momento, uma maca disponível. A pasta ainda disse que recentemente adquiriu 55 macas para os hospitais Otávio de Freitas e Getúlio Vargas. Já há um novo processo para aquisição de mais 55 para as unidades hospitalares.
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