Em Alagoas, autoridades e políticos em geral não parecem cientes das graves consequência da privatização do Terminal de Álcool de Maceió.
O governador Renan Filho acha que é preciso “dar uma olhada” no leilão do Terminal, mas transferiu a tarefa à bancada de apoio a Temer.
Outro alagoano ilustre, ministro Maurício Quintella (Transportes), disse não estar sabendo sobre o golpe no Nordeste representado pelo leilão.
DIÁRIO DO PODER



