O duelo contra o Irã, uma reedição da final do evento no ano passado, foi o mais complicado para o time nacional até o momento, mantendo a tradição de partidas sempre equilibradas entre as equipes. O Brasil abriu o placar com Datinha, aos quatro minutos do primeiro período, mas passou o resto da parcial levando pressão dos adversários, que carimbaram a trave antes de empatar, dois minutos depois. Faltando segundos para o encerramento do período, Boquinha deixou a seleção novamente na frente.
Na segunda parcial, a equipe se soltou mais, ampliando com o pernambucano Filipe Silva e, mais uma vez, Datinha. O Irã ainda descontou, de falta, mas, na sequência, Bruno Xavier, em cobrança de pênalti, deixou a margem novamente segura. O terceiro período parecia confortável para o Brasil, até que o Irã iniciou uma reação com dois gols seguidos.
Faltando somente três minutos para o encerramento, a partida ganhou emoção com a ameaça de uma prorrogação. Mauricinho, na tentativa de afastar qualquer risco, marcou a dois minutos do encerramento. E o goleiro Mão, com três defesas importantes nos segundos finais, também contribuiu para o resultado.
Bicampeã da Copa Intercontinental de Dubai (2014 e 2016), a equipe verde-amarela busca o seu 10º troféu consecutivo nos últimos dois anos. Sob o comando do técnico Gilberto Costa, já são 46 jogos de invencibilidade, retrospecto que valeu os títulos do Sul-Americano 2016, Mundialitos de Cascais e do Brasil 2016, Copa intercontinental 2016, Copa América 2016, Liga Sul-Americana Zona Norte 2017, Mundialito de Cascais 2017, Eliminatórias da Conmebol para a Copa do Mundo 2017e a própria Copa do Mundo 2017, nas Bahamas.
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