Em sondagem sobre Governança nas Empresas Familiares Pernambucanas, realizada pela TGI com o objetivo de conhecer como as famílias empresárias do Estado, estão escolhendo e formando seus sucessores, a empresa conversou com 202 pessoas de mais de 80 empresas pernambucanas, e de gerações diferentes das empresas familiares. Na sondagem, foi notado um maior conhecimento das pessoas para as empresas, investindo ainda mais na formação e capacitação dos sucessores.
Entre as maiores atividades adotadas pelas empresas para o desenvolvimento dos sucessores, estão o rodízio pelas áreas de conhecimento para conhecimento dos processos (33%), feedback para os sucessores (27%), planos de desenvolvimento individual (24%), participação em associações empresariais (16%), entre outras. Um dos destaques das empresas está na necessidade do sucessor ter uma graduação completa para que possa estar presente na empresa,
Segundo Georgina Santos, coordenadora da sondagem e sócia da TGI, “a profissionalização dos sucessores é fundamental para que as empresas tenham continuidade. A pesquisa foi feita essencialmente com empresas do Estado, e mostra que a grande maioria está em processo evolutivo”, destacou.
No evento, o economista Werner Bornholdt promoveu uma palestra sobre a importância dos valores para as empesas familiares e como é importante uma boa organização para que a empresa perdure no mercado. “A empresa familiar é a base da economia moderna, e as principais dificuldades encontradas por elas são dentro delas mesmas, nem sempre as dificuldades são externas. Também é preciso muita conversa para que as empresas tenham uma boa sucessão, a preparação dos sucessores é fundamental”, destacou Bornholdt.
“As empresas que são geridas é muito grande, acreditamos que as empresas devem ser geridas por familiares e não terceiros, quando é gerida por outras pessoas a credibilidade delas pode cair”, finalizou.
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