“Temos várias investigações em aberto sobre torturas, que eram realizadas em razão das vítimas não cumprirem as ordens do grupo criminoso, como perder alguma quantidade de drogas a ser vendida ou deixar de pagar algum tipo de droga comprada a eles. Qualquer tipo de conduta que ia de encontro ao que eles determinavam era paga com tortura e posteriormente até homicídios”, disse Luiz Andrey.
Os alvos da operação são suspeitos de atuar principalmente no bairro de Santo Amaro, no centro do Recife, mas também em cidades do Grande Recife, como Olinda e Paulista.
“Pelo menos três líderes que estavam fora do presídio, como braço criminoso, desse grupo foram presos durante os três meses. Um era preso e era substituído por outro. Atualmente, quem estava no comando aqui de fora era uma mulher, que substituiu o terceiro líder preso.
Os alvos da operação são suspeitos de atuar principalmente no bairro de Santo Amaro, no centro do Recife, mas também em cidades do Grande Recife, como Olinda e Paulista.
“Pelo menos três líderes que estavam fora do presídio, como braço criminoso, desse grupo foram presos durante os três meses. Um era preso e era substituído por outro. Atualmente, quem estava no comando aqui de fora era uma mulher, que substituiu o terceiro líder preso.
Adolescente torturada
Uma jovem de 17 anos foi vítima de espancamento e teve o vídeo da agressão divulgado nas redes sociais, em março deste ano. Depois de ter sido espancada, a jovem seguiu para o Hospital da Restauração, na área central do Recife, onde permaneceu internada por dois dias, até ficar sob cuidados do Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas. Segundo o delegado Diego Acioli, foi confirmada como motivo da agressão a rivalidade de gangues no bairro de Santo Amaro.
G1PE



