Vencer o duelo decisivo é a obrigação dos tricolores. “Vamos tentar sair de lá com os três pontos. O nosso objetivo é conquistar o resultado positivo porque, além de pontuarmos, temos a possibilidade de frear um adversário direto. É de fundamental importância ter essa mentalidade mesmo jogando fora de casa”, argumentou o meia João Paulo.
O jejum de quatro partidas incomoda. Para encerrar a sequência negativa de dois empates e duas derrotas seguidas, o meia Thiago Primão diz que o Santa precisa aprender a vencer para amenizar a pressão. Além disso, revelou que os jogadores estão trabalhando o psicológico, já que este fator tem atrapalhado o time. A cobrança é grande no Arruda.
“Estamos focando bastante a parte psicológica. Conseguimos fazer bons jogos, com um bom ritmo de jogo, mas os resultados não acompanham o nosso desempenho. Conversamos nos vestiários e entendemos que falta aprender a vencer os jogos. Precisamos ter uma cabeça boa. Sabemos das dificuldades, mas temos condições de sair de lá (Santa Catarina) com a vitória”, ressaltou o armador.
São quatro meses sem saber o que é ganhar longe do Recife. A última vitória fora de casa foi em 13 de junho sobre o Ceará, por 3x1, na Arena Castelão. A Cobra Coral tem só o 17º desempenho como visitante na Segundona - apenas duas vitórias, quatro empates e oito derrotas em 14 partidas. Ou seja, um aproveitamento de 23,81%.
Concorrentes diretos, Santa e Figueira passam por um momento turbulento. Inclusive, são situações bem parecidas. Ambos estão em crise financeira, na zona de degola e lutam contra o rebaixamento à Série C. Estagnado na 18ª posição, os corais têm três pontos a menos em relação ao adversário, 17º colocado, com 32 pontos.
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