Segundo Marcela, o número de vagas é limitado e acaba rapidamente. "Há sete meses, eu tento marcar uma consulta cardiológica para minha mãe. O Hospital Pelópidas Silveira tinha um número, que podíamos ligar, mas não é mais assim. O pessoal que vem da Zona da Mata, do interior, agora têm que dormir, um dia antes, para poder conseguir a consulta. É uma situação muito constrangedora para a gente, que paga imposto, que tem idoso em casa", disse.
Em nota, a direção do HPS informou que o hospital também disponibiliza aos pacientes a marcação por meio de telefone e que eventuais queixas podem ser encaminhadas à ouvidoria. A unidade disse, também, há uma grande e crescente demanda pelas consultas ambulatoriais e que os atendimentos são voltados, exclusivamente, para os pacientes egressos.
A nota reconhece, ainda, que “o espaço do ambulatório conta com apenas cinco salas, onde atuam profissionais médicos das áreas de neurologia, neurocirurgia, cardiologia, arritmia e marca-passo, e fisiatria, além de outros profissionais não médicos, que dão suporte às clínicas, como nutricionista, asssistente social, e enfermagem” e que “esse limitador de espaço impede uma maior oferta de consultas”.
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