Na terceira etapa da ‘Operação Mata Norte’, a equipe da PF cumpriu também três mandados de condução coercitiva, quando a pessoa é levada para prestar depoimento. Os agentes deram cumprimento, ainda, a cinco mandados de busca e apreensão.
Eles estiveram em residências e estabelecimentos comerciais do empresário. As ações ocorreram nos bairros de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, e de Casa Forte, na Zona Norte. O esquema envolvia políticos e empresários e atuava no desvio de recurso de merenda escolar. Estima-se, a princípio, um prejuízo de R$ 512 mil.
Participaram dessa fase da ‘Operação Mata Norte’ 28 policiais federais. Eles foram distribuídos seis equipes e estiveram acompanhados por quatro auditores da Controladoria Geral da União (CGU).
A nova fase da ação foi deflagrada após análise do material apreendido nas etapas anteriores. Foram constatadas, segundo a PF, destruição de provas pelo empresário preso nesta sexta.
Ele também passou a pernoitar em locais diversos após a deflagração da primeira fase da operação, como hotéis e residências de familiares. A Polícia Federal revela que ele subtraiu e retirou provas do seu apartamento, ocultado veículos de luxo de sua propriedade, mas que se encontram registrados em nome de terceiros.
Ação
A primeira fase da operação ocorreu na sexta-feira (22) e a segunda aconteceu na terça-afeira (26). O objetivo da PF foi desmontar um esquema de corrupção que envolve políticos, empresários e empresas fornecedoras de merenda escolar.
As investigações tiveram início em julho de 2017 a partir de um Relatório de Auditoria da Controladoria-Geral da União relatando uma suposta prática decorrente de contratação fraudulenta por meio de empresas para fornecimento de merenda escolar no município de Lagoa do Carro, nos anos de 2013 a 2016.
Ficou constatado o desvio de recursos públicos federais decorrentes do Programa de Apoio à Alimentação Escolar na Educação Básica (PNAE), por meio de sobrepreço e superfaturamento nos valores das licitações para obtenção de vantagem ilícita em detrimento da alimentação dos alunos, promovendo um prejuízo aos cofres públicos estimado na cifra de R$ 512 mil reais.
Ele também passou a pernoitar em locais diversos após a deflagração da primeira fase da operação, como hotéis e residências de familiares. A Polícia Federal revela que ele subtraiu e retirou provas do seu apartamento, ocultado veículos de luxo de sua propriedade, mas que se encontram registrados em nome de terceiros.
Ação
A primeira fase da operação ocorreu na sexta-feira (22) e a segunda aconteceu na terça-afeira (26). O objetivo da PF foi desmontar um esquema de corrupção que envolve políticos, empresários e empresas fornecedoras de merenda escolar.
As investigações tiveram início em julho de 2017 a partir de um Relatório de Auditoria da Controladoria-Geral da União relatando uma suposta prática decorrente de contratação fraudulenta por meio de empresas para fornecimento de merenda escolar no município de Lagoa do Carro, nos anos de 2013 a 2016.
Ficou constatado o desvio de recursos públicos federais decorrentes do Programa de Apoio à Alimentação Escolar na Educação Básica (PNAE), por meio de sobrepreço e superfaturamento nos valores das licitações para obtenção de vantagem ilícita em detrimento da alimentação dos alunos, promovendo um prejuízo aos cofres públicos estimado na cifra de R$ 512 mil reais.
G1PE



