Cobrado por gols, ídolo Grafite é defendido no Arruda

sexta-feira, outubro 13, 2017
“Existe uma cobrança maior em cima de Grafite pelo histórico dele”, simplificou o técnico Marcelo Martelotte ao ser perguntado sobre o jejum de gols do atacante. Desde que retornou ao Arruda para a sua quarta passagem, há dois meses, só conseguiu balançar as redes uma vez em oito jogos disputados até aqui. Ele deixou sua marca na derrota para o CRB/AL por 2x1, no Arruda, no dia 26 de agosto. De lá pra cá, uma seca que já dura mais de um mês.

Na atual temporada, o camisa 23 tem apenas dois tentos em 32 partidas, sendo 24 delas pelo Atlético/PR, onde disputou a Libertadores e o Campeonato Brasileiro da Série A. Apesar da má fase do centroavante, o técnico Marcelo Martelotte saiu em defesa do seu comandado e lembrou que o time não faz gol há três jogos seguidos.

“A dificuldade de fazer gol tem sido de toda a nossa equipe. Passamos em branco os três últimos jogos e lógico que isso prejudicou o nosso rendimento. Tem essa pressão em cima dele (Grafite) por ser o maior (nome), mas existe essa preocupação no sentido coletivo porque não convertemos as oportunidades que criamos. Por isso não responsabilizo apenas o Grafite por esse mau momento ofensivo”, ponderou.

ANO PASSADO

Grafite acumula uma longa história no Tricolor. Um dos líderes do grupo e principal nome do elenco coral, o atacante foi uma das pessoas mais solidárias com os funcionários do Santa, que não recebiam salários há seis meses no ano passado. Na ocasião, ajudou os trabalhadores com doações de cestas básicas e algumas vezes com dinheiro. Inclusive, sempre foi considerado uma voz ativa entre a diretoria coral.



FOLHAPE

Comente

Veja Também

Anterior
« Prev Post
Próximo
Next Post »