Ainda segundo a revista, Funaro afirmou em sua delação que Temer “sempre soube” de todos os esquemas tocados por Cunha. “Temer participava do esquema de arrecadações de valores ilícitos dentro do PMDB", diz a reportagem.
Entre as propinas destinadas a Temer, Funaro cita, segundo "Veja", repasses de R$ 1,5 milhão do grupo Bertin, R$ 7 milhões da JBS e outros R$ 5 milhões de Henrique Constantino, do Grupo Constantino, com parte do dinheiro usado na campanha do então deputado Gabriel Chalita à prefeitura de São Paulo, em 2012.
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou nesta terça-feira a delação de Funaro, apontado como operador de políticos do PMDB em esquemas de corrupção. A expectativa é que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, use as informações fornecidas por Funaro na segunda denúncia que pretende fazer contra o presidente Temer.
O GLOBO



