Enquanto o desfile da Independência acontece na Zona Sul do Recife, na área central o tom é de protesto. Manifestantes ocuparam a Praça do Derby por volta das 9h desta quinta-feira (7) para pedir direitos e democracia. Esta foi a 23ª edição do Grito dos Excluídos. "Antes, houve 10 'pré-gritos' que aconteceram durante o ano como forma de chamar a atenção da população para este grande ato, feitos em locais de grande concentração de pessoas", disse Albuquerque.
Por volta das 11h, o grupo saiu em caminhada em direção à avenida Conde da Boa Vista. Membros de movimentos como a Marcha das Mulheres e o Movimento Sem Terra (MST), além de pessoas ligadas ao Sindicato dos Bancários, representes da Chesf e do Sinpol, somando cerca de 35 entidades, estiveram presentes.
O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Carlos Veras reforçou a importância do ato para dar voz aos excluídos das políticas públicas "que estão sendo atingidos pelo governo ilegítimo" e criticou a privatização da Chesf. "É o mesmo que privatizar o rio São Francisco", alegou.
"Este ato é sempre no dia da pátria e do apátrios. Estamos em um momento, no País e
no mundo, em que a política está atormentando a todos", disse o escritor Jomard Muniz de Britto, que esteve também no ato.
Assim como em outras edições, integrantes do PT e PSOL compareceram ao ato como o ex-deputado federal Fernando Ferro e a deputada estadual Teresa Leitão, ambos do PT; e o vereador do Recife, Ivan Moraes Filho (PSOL).
Igreja
Por volta das 11h, o grupo saiu em caminhada em direção à avenida Conde da Boa Vista. Membros de movimentos como a Marcha das Mulheres e o Movimento Sem Terra (MST), além de pessoas ligadas ao Sindicato dos Bancários, representes da Chesf e do Sinpol, somando cerca de 35 entidades, estiveram presentes.
O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Carlos Veras reforçou a importância do ato para dar voz aos excluídos das políticas públicas "que estão sendo atingidos pelo governo ilegítimo" e criticou a privatização da Chesf. "É o mesmo que privatizar o rio São Francisco", alegou.
"Este ato é sempre no dia da pátria e do apátrios. Estamos em um momento, no País e
no mundo, em que a política está atormentando a todos", disse o escritor Jomard Muniz de Britto, que esteve também no ato.
Assim como em outras edições, integrantes do PT e PSOL compareceram ao ato como o ex-deputado federal Fernando Ferro e a deputada estadual Teresa Leitão, ambos do PT; e o vereador do Recife, Ivan Moraes Filho (PSOL).
Igreja
"O Papa Francisco disse que a prática da politica é uma das mais sublimes da caridade cristã porque luta pelo bem comum", disse o frei Aloísio Fragoso, em nome da Igreja Católica. Ele explica que, do ponto de vista cristão, é como o próprio nome do movimento, em prol de todos os excluídos. A manifestação acontece em quase todas as capitais brasileiras.
Folha PE



