Déficit de gols é principal problema do rubro-negro carioca

domingo, setembro 17, 2017
Quando Reinaldo Rueda foi anunciado como treinador do Flamengo, existia uma expectativa de a equipe alcançar um degrau técnico maior do que o apresentado na época em que Zé Ricardo estava no comando. Até o momento, no entanto, a espera por essa evolução permanece. Uma das principais críticas ao trabalho do colombiano, no momento, está focada no poder de fogo do time.

Desde que desembarcou no Brasil, Rueda comandou o Flamengo em oito partidas. O desempenho ofensivo tem sido fraco. Até agora seu time marcou em apenas sete oportunidades - uma média ruim de menos de um gol por partida (0,87). Com Zé Ricardo, por exemplo, sem considerar o campeonato estadual, eram 52 gols em 33 jogos. Ou seja, uma média de 1,5 por jogo. No período, o time passou em branco em três das oito partidas sob o comando de Rueda.

Um fator que vem pesando negativamente para o recém-chegado treinador é com relação à pontaria de seus homens de ataque. O time rubro-negro até vem mantendo um número de chutes parecidos com o que tinha com Zé Ricardo, mas acerta bem menos o gol. Com o antigo treinador, o Flamengo precisava, em média, de nove chutes para balançar as redes. Com Rueda, esse número de finalizações sobe para 14.

Há três jogos sem vencer na temporada, o Flamengo não marcou gols nos últimos dois confrontos: derrota para o Botafogo, na última rodada do Brasileiro, por 2x0, e empate em 0x0 contra a Chapecoense, pela Copa Sul-Americana. O último tento marcado foi no empate em 1x1 contra o Cruzeiro, pelo primeiro jogo da final da Copa do Brasil.



FOLHAPE

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