O Edifício Ana Flávia fica na Rua Perspectiva, nas proximidades da faculdade Funeso. O imóvel está parcialmente ocupado. O diretor de Fiscalização da Defesa Civil de Olinda, Anderson Borba, esteve no local e apontou que o prédio, que tem 33 anos de construção, nunca passou por serviços de manutenção.
Após essa primeira inspeção, a Defesa Civil de Olinda verificou indícios de necessidade de intervenções na fachada, nas caixas de gordura e esgoto, na tubulação de água servida, além da elaboração de um estudo das condições da fundação do prédio, que tem quatro pavimentos, incluindo o térreo, e 16 apartamentos. "O risco é mínimo, por enquanto. Para evitar outros problemas mais sérios, os moradores devem providenciar os reparos", afirmou Borba.
Sobre os estalos ouvidos por moradores e as rachaduras, o diretor de Fiscalização informou que houve uma movimentação na laje, o que deslocou o piso cerâmico. "As pessoas podem ficar em casa, mas devem se mobilizar para fazer os serviços o quanto antes", disse.
Por meio de nota, a Defesa Civil de Olinda informou que "um laudo mais detalhado deve ser emitido pelo setor dentro de dez dias" e "será entregue ao síndico do local para que uma empresa especializada seja contratada para realizar os serviços necessários".
Problemas
O surgimento de rachaduras deixou moradores com medo. De acordo com a cabeleireira Evalane Félix de Lucas, os problemas apareceram há oito dias, no piso do seu imóvel, o núimero 302. "Eu estava falando ao telefone e percebi a rachadura no chão, de um canto a outro da sala. O barulho era de cerâmica quebrando", contou.
Ela disse também que não saiu do apartamento por não ter para onde ir com as filhas. "Chamei os outros moradores e acionei a Defesa Civil, que veio hoje. Comecei a procurar um apartamento patra me mudar", explicou.
Janaci Lucena, outra moradora, disse que ficou com medo e deixou o imóvel. "Tinha que fazer essa mobilização para acionar a Defesa Civil e providenciar a vistoria. Vamos aguardar o laudo técnico e saber que vai acontecer com as famílias", observou.
Por meio de nota, a Prefeitura de Olinda informou que, em caso de dúvidas e orientações, a população deve acionar a Defesa Civil. O telefone é 0800.281.2112. A comunicação deve ser feita antes da adoção de qualquer medida.
Ela disse também que não saiu do apartamento por não ter para onde ir com as filhas. "Chamei os outros moradores e acionei a Defesa Civil, que veio hoje. Comecei a procurar um apartamento patra me mudar", explicou.
Janaci Lucena, outra moradora, disse que ficou com medo e deixou o imóvel. "Tinha que fazer essa mobilização para acionar a Defesa Civil e providenciar a vistoria. Vamos aguardar o laudo técnico e saber que vai acontecer com as famílias", observou.
Por meio de nota, a Prefeitura de Olinda informou que, em caso de dúvidas e orientações, a população deve acionar a Defesa Civil. O telefone é 0800.281.2112. A comunicação deve ser feita antes da adoção de qualquer medida.
G1PE



