Pais ou responsáveis deverão levar o cartão de vacina às unidades de saúde, para que o profissional possa avaliar se há alguma vacina que ainda não foi administrada ou se há doses que necessitam ser aplicadas. No sábado (16), os postos da Secretaria de Saúde do Recife abrirão das 8h às 17h.
Durante o período, serão oferecidas as vacinas de hepatite A (rotina pediátrica), poliomielite inativa, meningocócica conjugada C, HPV, pneumocócica conjugada 10-Valente, dTpa adulto, febre amarela, hepatite B, varicela, dupla adulto, VOP, Pentavalente e DTP.
A coordenadora de Imunização do Recife, Elizabeth Azoubel, afirma que a caderneta é um documento que deve ser guardado com cuidado. Segundo ela, quem não tem, deve se dirigir ao local onde recebeu as doses, para solicitar a 2ª via, ou então, fazer o esquema específico para a idade da pessoa.
Vacinas
Hepatite B
A dose seve ser administrada no nascimento ou até um mês de idade em crianças não vacinadas.
Para a criança maior de um mês de idade não vacinada, agendar a vacina penta para os dois meses de idade.
Penta
A criança de dois meses a menor de até 7 anos de idade deverá iniciar e concluir o esquema básico com essa vacina.
1ª dose aos dois meses
2ª dose aos quatro meses
3ª dose aos seis meses
VIP
Criança a partir de dois meses de idade a menor de 5 anos deve receber três doses desta vacina com intervalo de dois meses entre elas.
1ª dose aos dois meses
2ª dose aos quatro meses
3ª dose aos seis meses
VOPb
Criança a partir dos 15 meses a menor de 5 anos de idade deve receber:
1º reforço aos 15 meses
2º reforço aos quatro anos
Pneumocócica 10 valente
Criança a partir dos dois meses de idade deve receber duas doses desta vacina com intervalo de 60 dias entre elas, e uma dose de reforço, preferencialmente aos 12 meses. A imunização pode ser administrada até os 4 anos de idade.
No caso da criança que começou o esquema básico após seis meses de idade, é preciso considerar o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses e completar o esquema até os 12 meses. O reforço deve ser administrado após 12 meses de idade, preferencialmente, com intervalo mínimo de 60 dias após a última dose. Nesta situação, é preciso administrar a dose de reforço até os quatro anos de idade.
Há outros dois casos: quando a criança entre 1 e 4 anos de idade tem esquema completo de duas ou três doses, mas sem a dose de reforço, é preciso administrar o reforço. Para a criança entre 1 e 4 anos de idade que não tem comprovação vacinal, é preciso administrar uma única dose.
Meningocócica C conjugada
A criança, a partir dos três meses de idade, deve receber duas doses com intervalo de 60 dias entre elas, e uma dose de reforço, preferencialmente aos 12 meses de idade. Essa imunização pode ser administrada até os 4 anos. Intervalo entre as doses é de 60 dias, mínimo de 30 dias.
A criança que iniciou o esquema após cinco meses de idade deve completá-lo até 12 meses, com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses; administrar o reforço com intervalo mínimo de 60 dias após a última dose.
A criança que tem entre 1 ano a 4 anos de idade com esquema completo de duas doses, mas sem a dose de reforço, deve ter o reforço. A criança entre 1 e 4 quatro anos de idade, sem comprovação vacinal, precisa tomar uma única dose.
DTP
A criança a partir dos 15 meses de idade a menor de sete anos de idade deve receber dois reforços.
1º reforço aos 15 meses
2º reforço aos 4 anos
A criança a partir de 15 meses e menor de 7 anos de idade , que não teve dose de reforço, precisa receber essa imunização, bem como ter agendado o 2º reforço. Pais devem ficar atentos para o intervalo de seis meses entre as doses.
A criança com 6 anos e não recebeu nenhuma dose de reforço, deve ter essa imunização. Na impossibilidade de manter o intervalo de seis meses entre as doses de reforço, é preciso agendar dT para 10 anos após esse primeiro reforço. Nesse caso, estas crianças ficam liberadas do segundo reforço da DTP. Na indisponibilidade da vacina DTP, como reforço administrar a vacina penta.
A criança de 15 meses a 23 meses de idade deve receber uma dose dessa vacina. A crianças de 2 anos a 4 anos de idade deve receber uma dose dessa vacina, caso tenha perdido a oportunidade de serem vacinadas anteriormente.
Varicela
A criança indígena deve receber uma dose aos 4 anos. Ela corresponde à segunda dose da vacina varicela, considerando a dose tetetra viral aos 15 meses. A criança ou adolescente indígena a partir dos 5 anos de idade não vacinado ou sem comprovação vacinal deve receber uma dose ou duas doses de vacina varicela (atenuada) a depender do laboratório produtor.
Hepatite B
A criança ou o adolescente comprovadamente não vacinados para hepatite B ou com a penta e o adolescente sem comprovação vacinal devem receber três doses da vacina hepatite B com intervalo de 30 dias entre a primeira e a segunda dose e de seis meses entre a primeira e a terceira dose (zero, um e seis meses).
A criança e o adolescente com esquema vacinal incompleto não necessitam reiniciar o esquema, apenas completá-lo conforme situação encontrada. A gestante adolescente não vacinada ou com esquema incompleto deve ser vacinada com a vacina hepatite B de acordo com a situação vacinal, iniciando, ou completando o esquema. A vacina pode ser administrada a partir da comprovação da gravidez, em qualquer idade gestacional.
dT
A Criança a partir de sete anos de idade ou adolescente não vacinado ou sem comprovação vacinal para difteria e tétano, administrar três doses com intervalo de 60 dias entre elas, mínimo de 30 dias.
A criança ou adolescente com esquema incompleto para difteria e tétano, completar esquema de três doses, considerando as doses anteriores, com intervalo de 60 dias entre elas, mínimo de 30 dias.
Na gestante, a vacina dupla adulto (dT) pode ser administrada a partir da comprovação da gravidez, em qualquer período gestacional. É preciso completar o esquema vacinal, preferencialmente até 20 dias antes da data provável do parto. Também é necessário verificar o período da gestação e indicação da vacina dTpa, considerando que toda gestante deve receber pelo menos uma dose de dTpa durante a gestação.
dTpa
A gestante a partir da vigésima semana (20a) a trigésima sexta (36a) semana de gestação, preferencialmente, deve receber a vacina dTpa até 20 dias antes da data provável do parto, considerando o histórico vacinal de difteria, tétano (dT). Para aquelas que perderam a oportunidade de serem vacinadas durante a gestação, administrar uma dose de dTpa no puerpério, o mais precocemente possível.
Meningocócica C conjugada
O adolescente de 12 a 13 anos vacinado ou com esquema incompleto deve receber o reforço O adolescente de 12 a 13 anos não vacinado precisa receber dose única.
HPV
Sexo feminino:
1ª dose aos dois meses
2ª dose aos quatro meses
3ª dose aos seis meses
VIP
Criança a partir de dois meses de idade a menor de 5 anos deve receber três doses desta vacina com intervalo de dois meses entre elas.
1ª dose aos dois meses
2ª dose aos quatro meses
3ª dose aos seis meses
VOPb
Criança a partir dos 15 meses a menor de 5 anos de idade deve receber:
1º reforço aos 15 meses
2º reforço aos quatro anos
Pneumocócica 10 valente
Criança a partir dos dois meses de idade deve receber duas doses desta vacina com intervalo de 60 dias entre elas, e uma dose de reforço, preferencialmente aos 12 meses. A imunização pode ser administrada até os 4 anos de idade.
No caso da criança que começou o esquema básico após seis meses de idade, é preciso considerar o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses e completar o esquema até os 12 meses. O reforço deve ser administrado após 12 meses de idade, preferencialmente, com intervalo mínimo de 60 dias após a última dose. Nesta situação, é preciso administrar a dose de reforço até os quatro anos de idade.
Há outros dois casos: quando a criança entre 1 e 4 anos de idade tem esquema completo de duas ou três doses, mas sem a dose de reforço, é preciso administrar o reforço. Para a criança entre 1 e 4 anos de idade que não tem comprovação vacinal, é preciso administrar uma única dose.
Meningocócica C conjugada
A criança, a partir dos três meses de idade, deve receber duas doses com intervalo de 60 dias entre elas, e uma dose de reforço, preferencialmente aos 12 meses de idade. Essa imunização pode ser administrada até os 4 anos. Intervalo entre as doses é de 60 dias, mínimo de 30 dias.
A criança que iniciou o esquema após cinco meses de idade deve completá-lo até 12 meses, com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses; administrar o reforço com intervalo mínimo de 60 dias após a última dose.
A criança que tem entre 1 ano a 4 anos de idade com esquema completo de duas doses, mas sem a dose de reforço, deve ter o reforço. A criança entre 1 e 4 quatro anos de idade, sem comprovação vacinal, precisa tomar uma única dose.
DTP
A criança a partir dos 15 meses de idade a menor de sete anos de idade deve receber dois reforços.
1º reforço aos 15 meses
2º reforço aos 4 anos
A criança a partir de 15 meses e menor de 7 anos de idade , que não teve dose de reforço, precisa receber essa imunização, bem como ter agendado o 2º reforço. Pais devem ficar atentos para o intervalo de seis meses entre as doses.
A criança com 6 anos e não recebeu nenhuma dose de reforço, deve ter essa imunização. Na impossibilidade de manter o intervalo de seis meses entre as doses de reforço, é preciso agendar dT para 10 anos após esse primeiro reforço. Nesse caso, estas crianças ficam liberadas do segundo reforço da DTP. Na indisponibilidade da vacina DTP, como reforço administrar a vacina penta.
A criança de 15 meses a 23 meses de idade deve receber uma dose dessa vacina. A crianças de 2 anos a 4 anos de idade deve receber uma dose dessa vacina, caso tenha perdido a oportunidade de serem vacinadas anteriormente.
Varicela
A criança indígena deve receber uma dose aos 4 anos. Ela corresponde à segunda dose da vacina varicela, considerando a dose tetetra viral aos 15 meses. A criança ou adolescente indígena a partir dos 5 anos de idade não vacinado ou sem comprovação vacinal deve receber uma dose ou duas doses de vacina varicela (atenuada) a depender do laboratório produtor.
Hepatite B
A criança ou o adolescente comprovadamente não vacinados para hepatite B ou com a penta e o adolescente sem comprovação vacinal devem receber três doses da vacina hepatite B com intervalo de 30 dias entre a primeira e a segunda dose e de seis meses entre a primeira e a terceira dose (zero, um e seis meses).
A criança e o adolescente com esquema vacinal incompleto não necessitam reiniciar o esquema, apenas completá-lo conforme situação encontrada. A gestante adolescente não vacinada ou com esquema incompleto deve ser vacinada com a vacina hepatite B de acordo com a situação vacinal, iniciando, ou completando o esquema. A vacina pode ser administrada a partir da comprovação da gravidez, em qualquer idade gestacional.
dT
A Criança a partir de sete anos de idade ou adolescente não vacinado ou sem comprovação vacinal para difteria e tétano, administrar três doses com intervalo de 60 dias entre elas, mínimo de 30 dias.
A criança ou adolescente com esquema incompleto para difteria e tétano, completar esquema de três doses, considerando as doses anteriores, com intervalo de 60 dias entre elas, mínimo de 30 dias.
Na gestante, a vacina dupla adulto (dT) pode ser administrada a partir da comprovação da gravidez, em qualquer período gestacional. É preciso completar o esquema vacinal, preferencialmente até 20 dias antes da data provável do parto. Também é necessário verificar o período da gestação e indicação da vacina dTpa, considerando que toda gestante deve receber pelo menos uma dose de dTpa durante a gestação.
dTpa
A gestante a partir da vigésima semana (20a) a trigésima sexta (36a) semana de gestação, preferencialmente, deve receber a vacina dTpa até 20 dias antes da data provável do parto, considerando o histórico vacinal de difteria, tétano (dT). Para aquelas que perderam a oportunidade de serem vacinadas durante a gestação, administrar uma dose de dTpa no puerpério, o mais precocemente possível.
Meningocócica C conjugada
O adolescente de 12 a 13 anos vacinado ou com esquema incompleto deve receber o reforço O adolescente de 12 a 13 anos não vacinado precisa receber dose única.
HPV
Sexo feminino:
Nas meninas de nove anos e nas adolescentes de dez a 14 anos de idade, é preciso administrar duas doses, com intervalo de seis meses entre elas (0 e 6 meses). Essa vacina está contraindicada para gestantes.
As Meninas que receberam a D1 e não completaram o esquema vacinal, mesmo após o período de seis meses, devem receber a D2. Para as meninas que iniciaram a primeira dose da vacina aos 14 anos de idade, a segunda dose deverá ser administrada com um intervalo mínimo de seis meses e máximo de até 12 meses.
As meninas que receberam a D2 com menos de seis meses após terem recebido a D1, devem receber uma terceira dose para completar o esquema, visto que a resposta imune está comprometida pelo espaço de tempo entre a primeira e a segunda dose.
Não administrar D1 para adolescentes maiores de 14 anos, 11 meses e 29 dias (15 anos). Para meninas de 15 anos, só deverá ser completado esquema vacinal (D2). Meninas que já completaram o esquema vacinal com a vacina bivalente não devem ser revacinadas.
Nas meninas de nove anos e nas adolescentes de 10 anos a 14 anos (14 anos, 11 meses e 29 dias) anos de idade, vivendo com HIV/Aids, transplantadas e oncológicas em uso de quimioterapia e radioterapia administrar três doses com intervalo de dois meses entre a primeira e a segunda dose e seis meses entre a primeira e a terceira dose (esquema 0, 2 e 6 meses). Para a vacinação deste grupo, mantém-se a necessidade de prescrição médica.
Sexo masculino
Nos adolescentes de 11 à 14 anos (14 anos, 11 meses e 29 dias) de idade, é preciso administrar duas doses, com intervalo de seis meses entre elas. Os meninos que receberam a D1 e não completaram o esquema vacinal, mesmo após o período de seis meses, devem receber a D2.
Para os meninos que iniciaram a primeira dose da vacina aos 14 anos de idade, a segunda dose deverá ser administrada com um intervalo mínimo de seis meses e máximo de até 12 meses.
Meninos que receberam a D2 com menos de seis meses após terem recebido a D1, devem receber uma terceira dose para completar o esquema, visto que a resposta imune está comprometida pelo espaço de tempo entre a primeira e a segunda dose.
Não é preciso administrar D1 para meninos maiores de 14 anos, 11 meses e 29 dias (15 anos) Para meninos de 15 anos, só deverá ser completado esquema vacinal (D2).
Nos meninos de 9 anos e nos adolescentes de 10 a 14 anos de idade, vivendo com HIV/Aids, transplantados e oncológicos em uso de quimioterapia e radioterapia administrar três doses com intervalo de dois meses entre a primeira e a segunda dose e seis meses entre a primeira e a terceira dose (esquema 0, 2 e 6 meses). Para a vacinação deste grupo, mantém-se a necessidade de prescrição médica.
Camaragibe
Em Camaragibe, todos os Postos de Saúde da Família vão oferecer as vacinas. No dia da mobilização nacional, 16 de setembro, haverá um posto itinerante na Rua Eliza Cabral, que funcionará das 8h às 17h.
As Meninas que receberam a D1 e não completaram o esquema vacinal, mesmo após o período de seis meses, devem receber a D2. Para as meninas que iniciaram a primeira dose da vacina aos 14 anos de idade, a segunda dose deverá ser administrada com um intervalo mínimo de seis meses e máximo de até 12 meses.
As meninas que receberam a D2 com menos de seis meses após terem recebido a D1, devem receber uma terceira dose para completar o esquema, visto que a resposta imune está comprometida pelo espaço de tempo entre a primeira e a segunda dose.
Não administrar D1 para adolescentes maiores de 14 anos, 11 meses e 29 dias (15 anos). Para meninas de 15 anos, só deverá ser completado esquema vacinal (D2). Meninas que já completaram o esquema vacinal com a vacina bivalente não devem ser revacinadas.
Nas meninas de nove anos e nas adolescentes de 10 anos a 14 anos (14 anos, 11 meses e 29 dias) anos de idade, vivendo com HIV/Aids, transplantadas e oncológicas em uso de quimioterapia e radioterapia administrar três doses com intervalo de dois meses entre a primeira e a segunda dose e seis meses entre a primeira e a terceira dose (esquema 0, 2 e 6 meses). Para a vacinação deste grupo, mantém-se a necessidade de prescrição médica.
Sexo masculino
Nos adolescentes de 11 à 14 anos (14 anos, 11 meses e 29 dias) de idade, é preciso administrar duas doses, com intervalo de seis meses entre elas. Os meninos que receberam a D1 e não completaram o esquema vacinal, mesmo após o período de seis meses, devem receber a D2.
Para os meninos que iniciaram a primeira dose da vacina aos 14 anos de idade, a segunda dose deverá ser administrada com um intervalo mínimo de seis meses e máximo de até 12 meses.
Meninos que receberam a D2 com menos de seis meses após terem recebido a D1, devem receber uma terceira dose para completar o esquema, visto que a resposta imune está comprometida pelo espaço de tempo entre a primeira e a segunda dose.
Não é preciso administrar D1 para meninos maiores de 14 anos, 11 meses e 29 dias (15 anos) Para meninos de 15 anos, só deverá ser completado esquema vacinal (D2).
Nos meninos de 9 anos e nos adolescentes de 10 a 14 anos de idade, vivendo com HIV/Aids, transplantados e oncológicos em uso de quimioterapia e radioterapia administrar três doses com intervalo de dois meses entre a primeira e a segunda dose e seis meses entre a primeira e a terceira dose (esquema 0, 2 e 6 meses). Para a vacinação deste grupo, mantém-se a necessidade de prescrição médica.
Camaragibe
Em Camaragibe, todos os Postos de Saúde da Família vão oferecer as vacinas. No dia da mobilização nacional, 16 de setembro, haverá um posto itinerante na Rua Eliza Cabral, que funcionará das 8h às 17h.
G1PE



