Segundo dados oficiais da Comissão Atlética de Nevada (NAC, na sigla em inglês) revelados nesta quarta-feira, a arrecadação exata com a bilheteria de May-Mac foi de US$ 55.414.865,79 (o que equivale a R$ 172.489.852,74 na cotação desta quarta-feira), abaixo dos US$ 60 milhões a US$ 80 milhões projetados pelos promotores do evento. A informação foi publicada primeiro pelo site da "Espn" americana.
Com pouco mais de US$ 55 milhões, a bilheteria de May-Mac fica bem aquém do recorde estabelecido na luta entre Mayweather e Manny Pacquiao, em 2 de maio de 2015, que gerou uma bilheteria de US$ 72.198.500,00 no MGM Grand Garden Arena, com lotação esgotada de 16.219 ingressos. May-Mac, realizado na mais espaçosa T-Mobile Arena, com capacidade para até 20.500 pessoas numa luta de boxe, teve 13.094 ingressos vendidos, além de 137 convites, segundo a NAC. O valor médio dos ingressos para a luta era de US$ 4.232, com entradas custando desde US$ 500 até US$ 10.000. Por outro lado, se não superou May-Pac, a superluta ainda rendeu bem mais do que a terceira maior bilheteria da história do boxe, US$ 20.003.150,00 no confronto entre Mayweather e Canelo Alvarez no MGM Grand Garden Arena, em 2013.
Os números de vendas de pacotes de pay per view ainda não foram oficialmente revelados. Stephen Espinoza, vice-presidente executivo e gerente geral da Showtime Sports, responsável pela transmissão, afirmou ao mesmo site que, embora os números ainda estejam sendo contabilizados, May-Mac deve superar 4 milhões de pacotes vendidos e tem chances de superar o recorde de 4,6 milhões, pertencente a May-Pac. Dana White, presidente do UFC, disse em vídeo publicado nas redes sociais na semana passada que a luta teria vendido 6,5 milhões de PPVinternacionalmente.
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