“A ditadura de Maduro continua a privar o povo venezuelano de alimentos e remédios, prende os oposicionistas democraticamente eleitos e reprime violentamente a liberdade de expressão. A decisão do regime de criar uma Assembleia Constituinte ilegítima e, mais recentemente, o fato que esse órgão usurpou os poderes da Assembleia Nacional eleita democraticamente representa uma ruptura fundamental na ordem constitucional legítima da Venezuela”, aparece no comunicado da Presidência dos EUA.
O novo decreto proíbe as negociações sobre novas dívidas, sobre títulos emitidos pelo governo venezuelano ou pela estatal petrolífera PDVESA. Também proíbe transações de títulos de propriedade do setor público venezuelano, bem como pagamentos de dividendos ao governo da Venezuela.
Todavia, o comunicado informa que “para mitigar danos aos americanos e venezuelanos, o Departamento do Tesouro está providenciando a emissão de licenças que permitem transações que seriam proibidas pelo decreto”, como financiamento para o comércio, incluindo a exportação e importação de petróleo ou o financiamento de bens de base para a Venezuela.
O governo dos EUA classificou a situação na Venezuela como uma “tragédia da tirania que ocorre de baixo de nossos olhares”, e reforçou o pedido “de que a Venezuela restabeleça a democracia, realize eleições livres e justas, libere todos os prisioneiros políticos imediatamente e incondicionalmente, e ponha fim a repressão do povo venezuelano”.
G1



