Uma fumaça preta era vista de longe. O trânsito na II Perimetral Norte ficou complicado por conta do bloqueio. Cerca de 100 pessoas participaram do movimento, segundo os organizadores. O protesto teve início por volta das 6h40 . Ele foi encerrador às 8h. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros acompanharam a manifestação.
De acordo com os organizadores do ato, a prefeitura encerrou as atividades do lixão, mas não fez o cadastramento das famílias que vivem na área e dependem da coleta de resíduos para sobreviver. Eles também querem que o poder público indique alternativas de trabalho para os catadores.
O aterro
O lixão de Aguazinha foi cenário de uma série de denúncias sobre tratamento de resíduo irregular e incêndios, além de registrar famílias morando no lugar. O anúncio da desativação ocorreiu na terça-feira (8), durante uma reunião entre o prefeito, Professor Lupércio (SD), e secretários de governo.
O aterro funcionava na II Perimetral Norte. Com cerca de 120 mil toneladas de lixo, o local não contava com tratamento dos resíduos. O solo foi contaminado pelo chorume, um líquido altamente tóxico, que caía no riacho, seguia pelo Rio Beberibe e corria para o mar.
De acordo com a Prefeitura de Olinda, o município foi multado em R$ 800 mil pela CPRH, que também bloqueou o repasse de R$ 6 milhões por ano, referentes ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) ambiental.
A administração municipal precisou fazer um contrato de emergência com uma empresa para levar o lixo para o Aterro Sanitário Norte, que fica em Igarassu.
O lixão de Aguazinha foi cenário de uma série de denúncias sobre tratamento de resíduo irregular e incêndios, além de registrar famílias morando no lugar. O anúncio da desativação ocorreiu na terça-feira (8), durante uma reunião entre o prefeito, Professor Lupércio (SD), e secretários de governo.
O aterro funcionava na II Perimetral Norte. Com cerca de 120 mil toneladas de lixo, o local não contava com tratamento dos resíduos. O solo foi contaminado pelo chorume, um líquido altamente tóxico, que caía no riacho, seguia pelo Rio Beberibe e corria para o mar.
De acordo com a Prefeitura de Olinda, o município foi multado em R$ 800 mil pela CPRH, que também bloqueou o repasse de R$ 6 milhões por ano, referentes ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) ambiental.
A administração municipal precisou fazer um contrato de emergência com uma empresa para levar o lixo para o Aterro Sanitário Norte, que fica em Igarassu.
G1PE



