Por telefone, a Prefeitura de Olinda informou que, devido ao desabamento, a Defesa Civil do município precisa fazer um complemento no laudo e reencaminhá-lo para a Procuradoria. Somente então poderão ser tomadas providências em relação ao edifício.
Na época em que o Edifício Agave rachou, o diretor da Defesa Civil de Olinda, Pablo Pereira, já havia anunciado o alto risco de desabamento do restante da estrutura. Segundo ele, o órgão precisa aguardar a liberação da Justiça para demolir porque a situação do imóvel está judicializada. Um problema envolvendo uma seguradora estaria dificultando o processo.
Interditado pela Defesa Civil há cerca de 15 anos, o edifício Agave tem três pavimentos. É do tipo caixão, quando a edificação não possui pilares de sustentação. Os engenheiros denominam esse tipo de construção como alvenaria estrutural.
Mesmo fechado há anos, ele ainda servia de ponto de moradia improvisada. Ao todo, o condomínio onde fica o edifício tem mais nove blocos. Apesar da gravidade dos danos na estrutura, não houve feridos na ocorrência. Desde então, o edifício está isolado.
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