Em março, Cunha foi condenado pelo juiz Sergio Moro a mais de 15 anos de prisão por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
Quanto aos problemas com a Justiça, a prudência sugere que Cunha não omita informações na proposta de delação premiada.
Seu parceiro de negócios, Lúcio Funaro já prometeu entregar contas do ex-deputado no exterior, desconhecidas da Lava-Jato.
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