Apesar da defesa do município apresentada durante a reunião, os conselheiros do TCE optaram pela manutenção da suspensão dos shows. Na terça (25), o órgão já havia determinado que ‘o procedimento administrativo de credenciamento de empresas para a exploração do espaço público do pátio de eventos da cidade’ fosse suspenso, bem como a contratação e a execução de shows.
No primeiro anúncio da suspensão, o TCE havia afirmado que a administração municipal decretou estado de emergência em janeiro de 2017, alegando dificuldades financeiras. Ainda segundo o TCE, o valor de R$ 4 milhões, que seria direcionado ao pagamento das atrações musicais, equivale à folha de pagamento em aberto no município.
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