PARIS - O mundo precisará de 41 mil aviões comerciais nos próximos 20 anos. A avaliação é do diretor de aviação da Boeing, Kevin McAllister. A projeção é 4% superior à estimativa calculada pela empresa no ano anterior.
— Há uma dinâmica muito sólida e grandes oportunidades de substituição dos aviões usados para viagens de longa distância — explicou o executivo, na véspera da abertura do Salão Internacional de Aeronáutica, em Le Bouget.
A fabricante americana publicará suas projeções completas na terça-feira. Na semana passada, a europeia Airbus também aumentou sua aposta para a demanda por aviões. A companhia previu entregas de 34.899 jatos, também nas próximas duas décadas. A estimativa é 6% superior à anteriormente divulgada pela empresa. O número da Boeing é maior porque inclui aeronaves regionais.
NOVO BOEING 737
O executivo da Boeing disse ainda que a empresa tem percebido forte interesse pelo novo modelo da linha 737, o carro-chefe da marca. A empresa deve lançar, na abertura da feira na França, o 737 MAX 10, com mais assentos e um novo mecanismo de aterrissagem.
— Estamos trabalhando com um grande número de clientes, com ofertas na mesa — completou McAllister.
O GLOBO / COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS



