Na nota, a Amepe coloca que Mendes "viola a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman) ao atuar em processos em que o escritório de sua esposa tem interesse direto ou indireto; tem atuação político-partidária quando é flagrado em conversa telefônica com um senador da República, trabalhando pela aprovação de uma lei que ele mesmo posteriormente terá a competência de apreciar a constitucionalidade".
De acordo com a associação, o ministro "pode até não se submeter ao Conselho Nacional de Justiça, mas se submete à Constituição Federal e à Lei Orgânica da Magistratura Nacional".
"Não existe uma 'república' e muito menos uma 'ditadura dos juízes e promotores' como afirmou o ministro. O que existe por parte da esmagadora maioria dos juízes e promotores brasileiros é o firme propósito de combater a corrupção, uma chaga que se alastra e que corrói nossa democracia", finaliza a nota.
Blog FolhaPE



